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      Mahmundi segue sina do artista indie que brilha, vai para gravadora grande, faz alguns álbuns e volta a ser indie
      Mahmundi segue sina do artista indie que brilha, vai para gravadora grande, faz alguns álbuns e volta a ser indie (Foto: Reprodução)

      Edição do single ‘Irreversível’ marca o recomeço da carreira da artista carioca projetada em 2016. Mahmundi lança o single ‘Irreversível’, criado em parceria com o compositor Castello Branco e o produtor Adieu Roma Joana / Divulgação ♫ ANÁLISE ♩ Irreversível – single que Mahmundi lança amanhã, 4 de abril – simboliza o início de nova estação na trajetória da artista. Em bom português, com essa música composta e produzida em parceria com o compositor Castello Branco e o produtor Adieu, Mahmundi volta a ser indie como no início da carreira iniciada em 2012. A rigor, a cantora, compositora e multi-instrumentista carioca segue a sina irreversível do artista que desponta com brilho na cena indie, chama a atenção de uma grande gravadora – no caso de Mahmundi, a Universal Music – e é contratada por essa companhia fonográfica multinacional. Só que, não raro, o artista outrora indie frustra as expectativas comerciais dessa grande gravadora – além de ter que lidar com pressões mais ou menos sutis para adequar o som aos caprichos do mercado – é dispensado e volta para o mercado indie. Em novembro de 2015, Mahmundi lançou música, Eterno verão, composta com Lucas de Paiva, que deu a a pista do do som da artista, formatado com influências do synth-pop dos anos 1980 e do R&B da década de 1990. O verão da cantora se prolongou por 2016, ano em que a artista lançou um primeiro álbum, Mahmundi, que a colocou sob os holofotes da imprensa musical e de um público mais antenado com as novidades sonoras. A artista foi uma das sensações da música brasileira naquele ano de 2016 com esse álbum gravado com mix de guitarras, drum machines e sintetizadores pilotados pela própria Mahmundi. Resultado: a gravadora Universal Music cresceu o olho – como já crescera o olho na década anterior quando as cantoras Luciana Mello e Paula Lima chamaram a atenção com os respectivos primeiros álbuns – e contratou Mahmundi. Pela multinacional, Mahmundi lançou três álbuns gravados em estúdio – Para dias ruins (2018), Mundo novo (2020) e Amor Fati (2023) – sem o poder de sedução do disco de 2016. Sem falar em participações em tributos a Cazuza (1958 – 1990) e a Luiz Melodia (1951 – 2017). Com o fim da relação empresarial com a gravadora, Mahmundi se conectou com a distribuidora norte-americana United Artists, pela qual põe no mundo o single Irreversível com música escrita a partir de trecho de poema do livro Simpatia (2016), de Castello Branco, parceiro da artista em discos anteriores. Resta saber se, de volta ao trilho indie, Mahmundi terá um novo verão com o público que cativou em 2016 com o álbum que ainda se impõe como o melhor titulo da discografia da artista... Capa do single ‘Irreversível’, de Mahmundi Roma Joana / Divulgação